13 julho 2013

insónia #60

Ontem falava-se de amores difíceis, que impossíveis começa a estar um pouco gasto.
Não sei se será do calor ou do vinho, mas por ti ponderava o risco de que ontem se falava: deixar tudo e todos (que os todos um dia entenderão) para estar onde o meu coração se encontra. 
Corações, que por vezes errantes, devem ser (per)seguidos. 
Ir atrás do coração é o que de mais livre esta vida nos permite. Tentarei, de hoje em diante, não me esquecer disto. Acaso o oposto faz-nos felizes e completos?!
A chave talvez seja todo o contrário de todo o resto: deixar o que de tão presente temos e somos falar
Falava-te agora e confessar-me-ia, toda eu, a ti. 

Sem comentários:

Enviar um comentário