16 junho 2013

o outro podia intitular-se: o coração que pulsa de palavras

relei-o vezes sem conta.
é penosa ser esta a única forma de percorrer todo esse teu tu, feito de coração e de carne. 
há palavras que a firmeza ante o perigo não me chega para apagar. literalmente.
as escritas, hei-de retê-las para todo o sempre no meu latejante coração.

não me basta o pouco das palavras e dos pensamentos. não. a minha felicidade escreve-se em linhas que nem eu entendo. 

(obrigada T, por me acompanhares sempre. mesmo, agora, em pequeno almoço tardio. é que deitei-me e acordei contigo no meu coração. obrigada, ainda, por não teres irrompido o meu sono, como tantas vezes o fazes)

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