02 junho 2013

insónia # 59


ensinou-me, hoje, a Clarice, que a palavra  mais importante é É
portanto,
mesmo entre a navalha e a rede, sou-me.
também eu sou-te enquanto me sou.
hoje, porém,
tu não és-me mais. não sei se percebi os teus porquês. queria que fôssemos verbo que transforma a carne em amores e aleluias.



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