23 abril 2009

direitos

não passa dia que não venha aqui que não os bata aos cinco ou seis certinhos. quando era pequenina comecei vários cadernos, fui rasgando até que ficassem sem páginas. um fracasso de histórias que à segunda página não tinham mais letras. depois a pintura. ontem a minha cunhada entra na cozinha e diz afinal tem nome. ana cássia rebelo. em uníssono: é banqueira, com ar de ai menina deixa lá isso e vai mas é escrever um livro. (que cá nós matávamos para escrever assim)

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