28 fevereiro 2008

THINK PINK 1.março / 5.abril






Se por um lado conhecemos as imagens como potência narrativa, quer como um meio de encenação, quer pela capacidade de as fazer suceder no tempo, nestes trabalhos a própria sucessão das mesmas joga no sentido de recusa na construção de uma narrativa única..

Às imagens surge, na maioria das vezes, acopolada a palavra. Fortalencendo-se assim as situações, quase sempre ao primeiro olhar, non-sense, que caracterizam as infinitas possibilidades narrativas que se vão criando. Na maioria dos trabalhos, a palavra surge ainda como uma espécie de ‘pleonasmo’, tornando mais real o conceito ‘think pink’, um certo idealismo romântico cómico, contaminado de algum adereço critico ou feminino, do quotidiano e do mundano.

3 comentários:

  1. sorte nisso e que fiques com zero para recordar!

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  2. e aí guapa, já vendeste tudo?

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  3. ehehe....conto tudo depois:p
    graci

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