19 junho 2007

ontem ao jantar







come-se com olhos e boca com a mesma que se trocam ideias principios crenças in[consciências] e outros que vêm logo a seguir como uma cadeia forte que criou laços contínuos e partiu de dois e não de uma ideia. porque partir para um jantar apenas com uma ideia esta não chega à sobremesa. começa nos cromossomas e na diferença que é diferente de alteração. porque será que existe uma norma um padrão um principio moral que determine a existência de alteração e não apenas o direito à diferença. também a consciência. quanto pesa quando pesa quando alivia e essencialmente porque tem que pesar igual para todos. à sobremesa os juízos de valor. o certo e o errado. o direito à critica. essencialmente o não direito a ela quando existe apenas diferença. acabou a banana com algo como não está mal só porque não o quero para mim, está mal apenas quando faz mal a alguém. trata-se de pessoas não de colectivos. de consciências não de juízos de valor. de integridade não de moralidade. liberdade todos temos bem exercida responsabilidade. consciência nunca colectiva. era tarde demais para café.


já postavas alguma coisa. de verdade já. não é habitual isto em cima em mim e aqui. só à mesa mesmo. mas às vezes é mais fácil escrever quando se tem tempo para nostalgias. e como tu me dizias ontem no tempo do café que não existiu: vamos ser tão felizes que vamos poder vender felicidade. e não me habituei nunca a escrever sobre ela.

1 comentário:

  1. pois com o verão, essa primavera! e escrevas tudo o que houver para pintar :)

    ResponderEliminar