23 fevereiro 2007

postal sem selo #12






lá longe. viro-me de costas como quem à espreita não quer deixar fugir em vão o nada que rodeia não tem que se esconder. à minha frente quem não perdeu o barco já não nada para o apanhar. deixo de ver. deixo de olhar. não prega por trás ó aiiiique susto.

isto para te dizer que estou quase quase a chegar. parte-se à procura. chega-se sem nada nas mãos.

um abraço,

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