06 dezembro 2006

tempo




A nossa experiência mais imediata da realidade, o presente, é apenas aquele momento infinitesimalmente curto no qual o futuro se transforma em passado. É também o instante no qual as propriedades da realidade de alguma forma se invertem: o futuro é alterável mas desconhecido, o passado é conhecido mas inalterável. Paul Watzlawick



o tempo age hoje de forma estranha. não consigo parar de questionar que se 'tal' tivesse sido um pouco antes hoje seria diferente. o presente, sempre o acreditei assim, é a consequência do passado, é aquele momento em que dois só existe porque houve um mais um. depois também acredito que não se pode viver dele. pergunto-me porque é que há 'passados' mais importantes que outros 'passados' e porque os deixamos, muitas vezes, passar?

3 comentários:

  1. há quem acredite que o nosso tempo está escrito, e se não aconteceu é porque não tinha que ser. custa pensar assim, mas de certa forma, até acredito que nada acontece por acaso.
    ...
    noutra perspectiva, há passados que esquecemos pq temos de armazenar outras memórias. o cérebro funciona assim, esquecemos para podermos lembrar; esvaziamos para armazenarmos novamente.

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  2. "o presente, é apenas aquele momento infinitesimalmente curto no qual o futuro se transforma em passado."
    Ah, e esta designaçao de presente fez parte do meu trabalho sobre o Tempo.
    :)

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